Iniciamos a aula do dia 23/05 (segunda-feira) com alguns recados. Primeiramente de que no dia 11 de junho, às 21 horas no Teatro Santa Rosa, terá o espetáculo "A Igreja do Diabo - Cia Boccaccione", sendo que não é necessário fazer relatório da peça. E após, foi passado o cronograma de aula da próxima semana, pelo o qual segue abaixo:
Dia 30/05 - Aula de Expressão Corporal - Renata Torraca
Dia 31/05 - Aula de Interpretação - João Paulo Fernandes Honorato
Dia 01/06 - Aula de Voz - Telma Takeshita
Dia 02/06 - Aula de Expressão Corporal - Renata Torraca
Depois tivemos início a apresentação dos monólogos, onde começamos a fazer os movimentos das nossas cenas, mas sem dar as falas, ou apenas as falando internamente. Íamos testando várias alternativas, maneiras de fazer tal movimento, idéias diferentes, até que em um determinado momento, o João Paulo falava o nome de alguém e essa pessoa tinha que mostrar o que tinha sido preparado. E ai sucessivamente, outras pessoas iam se apresentando, e na primeira aula, somente um grupo ficou fazendo as cenas, e repetiam o que já haviam feito anteriormente.
Na segunda aula, o restante do grupo mostrou o que havia sido preparado. Foi organizado uma ordem de apresentação, e foram apresentadas uma após a outra, sem interrupções. Cenas essas que ao contrário das outras, não foram repetidas.
E ao final das apresentações, tivemos as considerações finais do nosso coordenador JP, onde acabou nos comunicando primeiramente, da saída de duas pessoas da turma. Uma por motivos profissionais, onde começou a trabalhar a noite e a outra, por motivos talvez "pessoais", onde acabou ficando incomodada com algumas coisas que estavam acontecendo nos ensaios em sala de aula. Mas como foi alertado, problemas esses, que poderiam ter sido evitados se fossem colocados nos relatórios, pois nem sempre conseguimos expor para o coordenador o que está sendo sentido por nós e os relatórios talvez, seria esse meio mais fácil e íntimo de comunicação entre aluno e coordenação.
Mas voltando as apresentações do monólogo, teve algumas dicas para nós, onde temos que tentar mudar várias coisas, como tirar o grito das cenas, que a maioria está colocando, e por isso, está ficando muito gritado o nosso exercício. Evitar fazer cara de louco em cena, pensar mais em como cair, caso seja realmente necessário, pois algumas pessoas estão realmente se machucando com isso, por simplesmente se jogar no chão. Não ajeitar roupa, cabelo, enquanto está atuando. Tomar cuidado com o excesso de pausa, pois está às vezes parecendo mais cena de novela mexicana do que um texto de Nelson Rodrigues, não ficando assim, verdadeiro o que estamos querendo passar ao público, pois estamos a maioria das vezes buscando a forma para o público pensar que estamos sofrendo, e não fazê-los pensar realmente que estamos sofrendo.
E por último, como desafio, teremos que descobrir qual o "Outro Lado Pop" da nossa cena, fazendo-a de alguma maneira diferente, inverso ao que estamos fazendo hoje em dia. Pois estamos levando para um lado muito pesado, e esquecendo a leveza da poesia, das palavras, e com isso, as deixando de lado.
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