No dia de hoje (20/09) acredito e até percebi que a turma estava mais focada e concentrada do que na aula anterior. Um fato bem legal era ver uma pessoa pedindo ajuda para a outra, sinal de que ali estamos todos no mesmo barco, sempre procurando um ajudar ao outro. Tínhamos que ir vestidos de personagens tipos (velho, bêbado, gay, e etc...), pois as cenas que seriam apresentadas hoje tratavam particularmente de personagens tipos, onde tinha a empregada, a velha, o palhaço, dentre outros. E desde os ensaios, dava pra se ver que estavamos com uma energia legal.
A partir daí, saímos em cortejo até o lado externo do Senac, onde começaram as apresentações das cenas. Várias fatores chamaram a atenção, como algumas pessoas que correram na frente do cortejo para ver a cena de um lugar bom, pois já tinham visto as cenas feitas nos dias anteriores, e outras coisas mais. As cenas foram evoluindo num ambiente tão gostoso, mas que chegou num determinado momento, esse momento acabou até atrapalhando um pouco a cena. Na primeira cena feita, correu tudo bem, mas já na segunda cena como havia uma empregada, que era feita por um homem vestido de mulher (que por sinal foi muito bem feita), esse fato chamou toda a atenção do público para a parte externa da cena, que era onde geralmente estava essa empregada. Não que estava errada ela fazer isso, mas como disse o João Paulo, tem que ver qual é a proposta do grupo, se é priorizar as cenas que estão ocorrendo na parte externa ou se é priorizar o que acontece na parte interna, que acredito eu era o foco principal. Fatores como esse, só podemos ver se dá certo ou não apresentando. Pois as vezes fazendo em sala de aula é uma coisa, e já quando fazemos na rua, invadindo o espaço do público já se cria uma outra dimensão. Mas tudo são coisas a serem pensadas para os próximos trabalhos.
Outro fator a ser pensado é no lance de usar máscaras. Quem usa máscaras tem que saber a maneira correta de usar, pois tem toda uma técnica, e quando se usa esse tipo de objeto sem saber manuseá-lo, acaba ficando sem motivo na cena, apenas como um fator alegórico. Mesma coisa com o figurino, saber dosar as cores, para não virar um baile de carnaval, e sempre trabalhando junto com a maquiagem, para uma coisa não distinguir muito da outra.
E o que ficou de tarefa para a próxima aula, foi de separar dois grupos, com exceção do Pipo e da Suriya, para trabalhar em cima da poesia do Carlos Drummond de Andrade "E agora José". Os grupos ficaram formados da seguinte maneira:
Grupo 1 - Alex, Renan, Juliano, Le, Lica, Fernanda, Matheus, Gleici, Gabriela, Vilsinho e Louis.
Grupo 2 - Douglas, Diego, Renata, Nadya, Junior, Ste, Rafael, Giovanna, Helena, Bianca, Eleonora e Giseli.
Agora é aguardar chegar quinta feira e ver o que sairá da improvisação dessa poesia...
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