quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Errando que se aprende...

 Na aula de hoje (15/02/12) do André Cruz já começamos com o jogo dos movimentos em roda feitos na aula anterior. Cada movimento tinha uma função e foi criado mais outro movimento também que era o "Loucura", onde a pessoa levantava as mãos e fazia contagem regressiva, e enquanto isso, todos deveriam sair dos seus lugares e ir fazendo algo pelo o espaço, mas assim que chegasse no zero, todos deveriam estar a postos em seus devidos lugares. Fizemos esse jogo por duas vezes, e se percebeu muitos erros. Mas o que foi legal é que várias pessoas se entregavam e desistiam do jogo assumindo o seu erro, sendo que hoje quem tirava a pessoa do jogo era o último eliminado. Tanto é que na primeira rodada quando ficou apenas 3 pessoas (eu, Le e a Fer), estávamos em um certo momento fazendo vários movimentos errados, mas estávamos tão convictos fazendo, mesmo sabendo que não era o certo, que o "juiz" nem percebeu e acabou deixando o jogo rolar, pois acreditávamos que o errado era o certo, e assim devemos fazer sempre.
  Fomos então para o pátio pular a corda, mas não como um espetáculo, mas apenas de uma maneira mais tranquila, como se fosse um ensaio. Íamos pulando em duplas, depois trios e depois duplas novamente. E cada dupla ou trio que ia errando, já ia saindo do jogo até sobrar o "vencedor". Depois voltamos a sala de aula, onde jogamos a brincadeira do ator e o público. Foram escolhidos 4 pessoas para ganhar a platéia. Das 4 pessoas tivemos 2 vencedores que já estão na grande final.
 E já depois do intervalo formamos duplas novamente onde iriamos trabalhar a triangulação mas contando uma história. Ia uma dupla de cada vez e o que foi legal é que acabávamos tendo erros comuns, e outros que me fazia abrir um pouco mais a mente. A minha dupla já tentou fazer um eixo com o corpo, mas não demos um ritmo para eles, pois acabávamos cansando a platéia rapidamente com aqueles movimentos. A triangulação com o público em alguns momentos eram feitos em vão também, sendo feita por fazer. Movimentação um pouco "mecânica", energias diferentes entre parceiros da mesma dupla, desvio do olhar, onde os olhos iam para um lado e o nariz para o outro. Mas tudo isso são técnicas que iremos aprimorando com o tempo. Agora basta estudar e nos dedicarmos um pouco mais...

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